02/04/2009

Luxúria

Bom dia, rua do Rosário.
Primeiro sorri, a segura pela cintura esnobe e se deixa despir os ombros com puro ciano cetim. Bom dia também aos arrepios nas nádegas, onde se apoiava para não cair em tentação com a intenção de realmente cair.
As pupilas [de ambos] delatavam-se ao calor na manhã de Outono. Se o desejo carnal é pecado aos olhos divinos, rezaria em coro baixo para os demônios.