O jardim de Aquário é logo na esquina. Atravesso a avenida e em seguida, duas quadras. Pedras Portuguesas, ruas serenas, botecos com os nomes de seus donos. A praça tem o calor vivo das crianças do subúrbio, mas a serenidade vista em seus olhos são como pássaros noturnos a espera da manhã. Sento em frente a rampa de convivência coletiva. São quase nove da noite e não tenho pressa. Eu caminho como se estivesse passando em frente ao seu prédio quando volto pra casa.
Eu não consigo parar de pensar sobre os trajetos percorridos dos dias que ainda estão por vir.