E digo mais, preciso ser honesta comigo mesma. Eu estou cansada de falar sobre o amor porque achava que sabia. E o que me move... O que me move é isso, essa confusão toda que me possibilita saídas.
Hoje eu e ela tomamos um café em frente ao lago, o sol rebatia o reflexo nos olho dela enquanto dizia que minha vida está resolvida a partir do momento que sei aonde estou. Paramos de falar por segundos e eu preciso ser honesta comigo mesma e "isso é óbvio" (pensamos) e começamos a rir de algo que todos já sabiam: ela, meus pais e todos, menos eu. Preciso ser honesta comigo mesma: Eu sou livre! E me desculpa estar construindo um labirinto sem saída na sua mente sendo tão subjetiva. Mas não quero falar sobre isso, assim abertamente, preciso digerir isso intensamente e por fim, fugir.
Eu odeio escrever quando me sinto assim, assim eu nem sei, dizem que tenho um espírito livre e você não entende que eu simplesmente não tenho. Estou dando volta em palavras... Minha cabeça dá nó a cada segundo e a cada palavra que me é sugerida torna-se limitada e subjetiva supostamente contra a mim, como as uso. E quando penso que as palavras podem ser longas até que chegue na luz desses olhos em que moro, eu paro de escrever.
Me desculpe.
Eu odeio escrever quando me sinto assim, assim eu nem sei, dizem que tenho um espírito livre e você não entende que eu simplesmente não tenho. Estou dando volta em palavras... Minha cabeça dá nó a cada segundo e a cada palavra que me é sugerida torna-se limitada e subjetiva supostamente contra a mim, como as uso. E quando penso que as palavras podem ser longas até que chegue na luz desses olhos em que moro, eu paro de escrever.
Me desculpe.