Quando contradições te levam ao mesmo caminho, só existe um destino.
Já se completam 10 anos que o inverno me leva a viver o que ainda pulsa em mim:
Caminhadas noturnas em cidades vazias. O frio. As árvores dançantes.
Mesmo que carregue gêmeos nesse mapa astral, depois de todo esse tempo, a instabilidade se tornou estável.
Porque, no fundo, é um 'querer' que incomoda os sonhos e desperta no desejo.
No fundo, é o ser do que sempre foi.
E eu sei que a vida vai terminar em trilhas, cachoeiras secretas, praias vazias e fotografia.
09/07/2025
27/05/2025
06/05/2025
Pela lei do legitimo afeto
Recitarei elegias em dias ensolarados
Rezarei poemas sob um inverno pluvioso
Serei coerente com a minha incoerência
Serei imprevisível sobre a minha imprevisibilidade
Farei do meu destino, a minha casualidade
Quebrarei minhas promessas
Iluminarei todas as minhas sombras, não irei ceder a ilusão da perfeição
Haverão nuvens densas sendo guiadas por uma ventania mansa
E chuva com gotas quentes e pesadas que assombram o fim do outono
Te farei perguntas que exitarão ceder respostas
Desenharei meu mapa no seu corpo só pra te deixar perdido
Até que, por escolha, decida ver além do que eu te digo
Assim, dissolveremos tudo aquilo que achávamos saber sobre a vida
Então, finalmente seremos livres porque não teremos mais nada a temer
Recitarei elegias em dias ensolarados
Rezarei poemas sob um inverno pluvioso
Serei coerente com a minha incoerência
Serei imprevisível sobre a minha imprevisibilidade
Farei do meu destino, a minha casualidade
Quebrarei minhas promessas
Iluminarei todas as minhas sombras, não irei ceder a ilusão da perfeição
Haverão nuvens densas sendo guiadas por uma ventania mansa
E chuva com gotas quentes e pesadas que assombram o fim do outono
Te farei perguntas que exitarão ceder respostas
Desenharei meu mapa no seu corpo só pra te deixar perdido
Até que, por escolha, decida ver além do que eu te digo
Assim, dissolveremos tudo aquilo que achávamos saber sobre a vida
Então, finalmente seremos livres porque não teremos mais nada a temer
Existir, por si só, é poesia.