Poeta, poetinha. O quanto tu fostes impudico.
Astuto e travesso. Foi uma atitude assaz.
De tanta hipocrisia se fez a lua plenilúnio
E eu de tão incrédula nesse apesar, continuei sagaz.
Poeta, poetinha. Tua ganância para mim, foi trivial.
A vida, por obséquio, me banhou um tino.
Vi que tanto desencontro pela vida é visceral.
Por argúcia, percebi que não é seu o meu destino.
Poeta, poetinha...
Contigo aprendi tarde que todo poeta é fingidor
Que finge tão bem sentir dor
Que finge tão bem sentir amor.
17/06/2009
07/06/2009
Igualmente
Lucas diz: "o céu deságua em conta gotas..."
Pamella diz: "O céu derrama lágrimas de padecimento."
Lucas diz: "que nem sou eu.. nem o padecimento.. ou talvez do unguento... deixamos para o experimento!!!
Pamella diz: "Deixamos para o experimento; jamais lágrimas de chuva, o esquecimento."
Lucas diz: "nem tanto o tormento...tão pouco o sofrimento...vejamos até onde aguentaremos..."
Pamella diz: "Talvez do pouco sofrimento, muito aprenderemos."
Lucas diz: "ou talvez retrocederemos... mas eu prefiro q nos conhecemos... prazer, Lucas!!!"
Pamella diz: "Igualmente, Lucas. O meu é Pamella."
Pamella diz: "O céu derrama lágrimas de padecimento."
Lucas diz: "que nem sou eu.. nem o padecimento.. ou talvez do unguento... deixamos para o experimento!!!
Pamella diz: "Deixamos para o experimento; jamais lágrimas de chuva, o esquecimento."
Lucas diz: "nem tanto o tormento...tão pouco o sofrimento...vejamos até onde aguentaremos..."
Pamella diz: "Talvez do pouco sofrimento, muito aprenderemos."
Lucas diz: "ou talvez retrocederemos... mas eu prefiro q nos conhecemos... prazer, Lucas!!!"
Pamella diz: "Igualmente, Lucas. O meu é Pamella."