Solilóquios de Solitude
A solidão é uma loucura
De tão deslumbrante causa incúria.
Vivo agora, daquele amor, de nossas lembranças
Porque de ultimo suspiro, ainda me resta esperanças.
Dependendo de nostalgia, tornou-se meu vício
Me culpando duvidamente, creio merecer meu suplício.
Porque não tive escolha, ou tive?
Será que a tulipa que plantamos juntos, ainda vive?
Há amor e me culpo se for preciso
Pois se há inferno, há de existir também o paraíso.
26/08/2009
21/08/2009
Untitled # 2
Solilóquios de Ambiguidades
De um mês de Julho insano e tampouco vazio
Pude sentir ardor, tão quente e tampouco frio
Dos mesmos desencontros a vida ainda me cobra
Porque fechei a janela, fechei; mas depois abri a porta
E ele entrou sem saber se valia apena ou não
Ele abriu seus olhos, mas nada adiantou se fechou o coração
E passando o tempo, sem saber o que fazer
Me pergunto agora e sempre: "Você me perdeu, ou eu perdi você?"
E o que me valeu semear amor em demasia?
Pois se tudo o que semeei, foi em um jardim sem vida...
De um mês de Julho insano e tampouco vazio
Pude sentir ardor, tão quente e tampouco frio
Dos mesmos desencontros a vida ainda me cobra
Porque fechei a janela, fechei; mas depois abri a porta
E ele entrou sem saber se valia apena ou não
Ele abriu seus olhos, mas nada adiantou se fechou o coração
E passando o tempo, sem saber o que fazer
Me pergunto agora e sempre: "Você me perdeu, ou eu perdi você?"
E o que me valeu semear amor em demasia?
Pois se tudo o que semeei, foi em um jardim sem vida...
16/08/2009
Untitled # 1
Solilóquios de Souvenirs
Porque tudo o que há, existe uma explicação.
Ele seria incapaz de de me explicar uma nota de sua canção.
Porque tudo o que semeei foi amor, incondicionalmente, amor.
E tudo o que colhi, foi o nada, por aquilo que nem começou.
De tantos e tantos enganos e desencontros que a vida nos ainda dá,
Me convenço agora que tudo o que quero, é justamente recomeçar...
E passando livremente por sua rua
Digo em voz alta, clara e crua:
"Ah, querido, se erra rua fosse minha...
Você seria meu, e eu seria sua."
Porque tudo o que há, existe uma explicação.
Ele seria incapaz de de me explicar uma nota de sua canção.
Porque tudo o que semeei foi amor, incondicionalmente, amor.
E tudo o que colhi, foi o nada, por aquilo que nem começou.
De tantos e tantos enganos e desencontros que a vida nos ainda dá,
Me convenço agora que tudo o que quero, é justamente recomeçar...
E passando livremente por sua rua
Digo em voz alta, clara e crua:
"Ah, querido, se erra rua fosse minha...
Você seria meu, e eu seria sua."
03/08/2009
A menina que sonhava em voar
Numa manhã diferente de todas as manhãs, fez uma menina pensar diferente da lembrança do cheiro de orvalho que a grama verde do quintal abriga pela noite. É que por essa noite, enquanto esse fato se consumava, simulava ela, um sonho antigo: Voar.
Ela sempre soube que isso não passava de uma utopia, mesmo assim, se encantava pelas gaivotas que voavam sobre o mar à se perder pelo horizonte. Daí, havia surgido o seu desejo de querer pisar em nuvens e deixar marca para aqueles que a amavam, e também, para aqueles que sequer viu teu gracejo de menina.
Só que por essa manhã, diferente de todas as manhãs que a noite de sonhos sempre abriga no coração daquela menina, ela se fez entender que para voar, a primeira coisa que ela precisava ter eram asas.
Ela pensou em conseguir asas, de conseguir finalmente provar que nada era utopia se alguém realmente o quer desejar. Mas foi a partir desse desejo, que ela percebeu que perderia o abrigo que vive no coração de um certo alguém.
Então foi nessa manhã de inverno que essa menina percebeu que já sabia voar, porque não há melhor pisar em nuvens, ter asas e as gaivotas encontrar quando se tem um coração para se abrigar.
Ela sempre soube que isso não passava de uma utopia, mesmo assim, se encantava pelas gaivotas que voavam sobre o mar à se perder pelo horizonte. Daí, havia surgido o seu desejo de querer pisar em nuvens e deixar marca para aqueles que a amavam, e também, para aqueles que sequer viu teu gracejo de menina.
Só que por essa manhã, diferente de todas as manhãs que a noite de sonhos sempre abriga no coração daquela menina, ela se fez entender que para voar, a primeira coisa que ela precisava ter eram asas.
Ela pensou em conseguir asas, de conseguir finalmente provar que nada era utopia se alguém realmente o quer desejar. Mas foi a partir desse desejo, que ela percebeu que perderia o abrigo que vive no coração de um certo alguém.
Então foi nessa manhã de inverno que essa menina percebeu que já sabia voar, porque não há melhor pisar em nuvens, ter asas e as gaivotas encontrar quando se tem um coração para se abrigar.