Solilóquios de Ambiguidades
De um mês de Julho insano e tampouco vazio
Pude sentir ardor, tão quente e tampouco frio
Dos mesmos desencontros a vida ainda me cobra
Porque fechei a janela, fechei; mas depois abri a porta
E ele entrou sem saber se valia apena ou não
Ele abriu seus olhos, mas nada adiantou se fechou o coração
E passando o tempo, sem saber o que fazer
Me pergunto agora e sempre: "Você me perdeu, ou eu perdi você?"
E o que me valeu semear amor em demasia?
Pois se tudo o que semeei, foi em um jardim sem vida...
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