Quando Aurora deixou de aquecê-la sob todas as ambiguidades, ela sabia o caminho certo por onde voltar. Então revelou à todas as estrelas os segredos do bardo que velava seu sono e a maneira de como ele a olhava durante todo o ocaso, onde nascia certeza.
Ele velava o sono dela pisando em nuvens que se encontram no caminho matizado com girassóis ao pôr-do-sol e iluminado pela luz da lua quando a noite caia em pranto. Era dali que o poeta fazia seu caminho para chegar ao coração que hoje se cala(...)
Ela vai voltar? Não...
Então o bardo das noites sem flor, compreende que quando se ama em silêncio, as coisas falam melhor.
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