Certamente saberás, caro amigo
Não em prosa tão astuta
Também não te arrancarei tão singela poesia
Em meio a estes teus instintos em volúpia.
Que desejo e ardor são sentidos salientes
Fazendo de nós meros estranhos
Ah, encontrarei luxúria em teus olhos
Comendo meu corpo em pranto insano.
Certamente saberás em tal ápice
Que me foge ardor, volúpia e esplendor
Que esses teus olhos libertinos
Não me provoca nada além da trivial dor.
Saberás também, caro amigo
Que te desejo ludicamente, nada mais...
Também não te arrancarei tão singela poesia
Em meio a estes teus instintos em volúpia.
Que desejo e ardor são sentidos salientes
Fazendo de nós meros estranhos
Ah, encontrarei luxúria em teus olhos
Comendo meu corpo em pranto insano.
Certamente saberás em tal ápice
Que me foge ardor, volúpia e esplendor
Que esses teus olhos libertinos
Não me provoca nada além da trivial dor.
Saberás também, caro amigo
Que te desejo ludicamente, nada mais...
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