Deve haver um caminho, uma direção correta sobre como mover o mundo.
Olhar pela janela e ver raios caindo no horizonte é uma boa maneira de prever o que já está acontecendo: O caos resolveu dar um descanso para os insaciáveis guerreiros do tempo.
Essas estradas que me dão rumo a alma com vida, com esse tino libertino com que encaro minha teimosia. Eu definitivamente me deleito. Me rendo a qualquer trajeto firme de coragem, de dor e sabedoria sem garantia. Afinal, garantir é o verbo de um tolo redundante e o pleonasmo é parido sobre o desespero da insegurança de outrem, outrora uma insistência na certeza morada da esperança.
De afeto contido e sentimentos falidos eu me visto.
Sobre todas essas cores sem nome que deduzo em teu pescoço
eu me perco e
ainda digo de passagem,
que não há volta.
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