10/04/2015

É como aqueles sonhos sobre jardins secretos. 
É como a lua baixa e dourada vista pela janela do quarto.
Eu tenho escutado o mesmo álbum há dias e noites.
Eu tenho desviado caminhos e corrido em atalhos para me encontrar, mas no fim de cada estrada eu não encontro nada além de memórias quentes no meu peito e alma.
Sinto ainda perfumes que me fazem chorar por tempos que nunca chegaram.

Ironias do presente...
apenas. 

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