30/05/2016

Assisto sentada em frente a um quadro alguém desenhar linhas retas. Do outro lado da rua, um cão sem dono é alimentado por uma senhora sem pressa. No céu há nuvens cinzas anunciando chuva. Mas alguém continua desenhando em linhas retas naquele quadro.
Quando chove, sinto falta do sol. Quando há sol, almejo a chuva. Sinto falta do cerrado quando estou no Sul e sinto falta do Sul quando estou em Brasília.
Está tudo certo: As linhas, o clima, o cão e a pressa.
Só há algo de errado na minha sintonia.

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