Você vem aqui porque não sabe bem o que fazer, não é?
Antes de dormir, junta todas as peças e elas se encaixam,
mas o “óbvio” já tomou outro rumo, e tudo ficou superficial.
Segue o protocolo, faz um contrato com o vazio.
Sabe que tem algo errado, mas ignora os sinais.
Fim da linha.
Depois daí, vocês vão fazer o quê? Pavimentar um novo caminho?
Você não tem medo da finitude da vida?
Não tem medo de todos os outros caminhos que você quis caminhar sozinha?
E seus pais? Por que os sonhos deles estão tão acima dos seus?
Se não soltar, a lei da suposição esmaga você. O tempo transforma o amor.
Se ele não desintegrar seu ego, ele te mata e mata quem você diz amar.
E daí se são quinze anos? Se é assim, a base de renúncias e promessas, vale do quê?
Como pode o amor podar seus impulsos? Como pode o amor controlar o instinto?
Antes de dormir, junta todas as peças e elas se encaixam,
mas o “óbvio” já tomou outro rumo, e tudo ficou superficial.
Segue o protocolo, faz um contrato com o vazio.
Sabe que tem algo errado, mas ignora os sinais.
Fim da linha.
Depois daí, vocês vão fazer o quê? Pavimentar um novo caminho?
Você não tem medo da finitude da vida?
Não tem medo de todos os outros caminhos que você quis caminhar sozinha?
E seus pais? Por que os sonhos deles estão tão acima dos seus?
Se não soltar, a lei da suposição esmaga você. O tempo transforma o amor.
Se ele não desintegrar seu ego, ele te mata e mata quem você diz amar.
E daí se são quinze anos? Se é assim, a base de renúncias e promessas, vale do quê?
Como pode o amor podar seus impulsos? Como pode o amor controlar o instinto?
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