porque evitava pensar.
E pensar era virtude quase apalpável, o corpo transcede a mente e se sente a vítima do mundo,
um lamúrio de perigo.
Então escolheu não pensar nos últimos dias,
no impressionável consciente, até aonde se podia controlar.
A vida voltou como de praxe, solitude.
Nem tão solitária a vida assim ainda foi,
nem quando corria noites e noites
em busca de sua própria esfinge,
trilhando com cautela caminhos nunca percorridos,
vendo tantos encantos de um desconhecido
por quem sem, sim, soube viver.
Ideal, por si só, é o pensamento colorindo todo o cinza do desafeto
Até que o corpo perde o controle da mente,
Até que o inconsciente mostra o que sente,
E te condena eternamente
A sentir saudade do que nunca existiu.
Então escolheu não pensar nos últimos dias,
no impressionável consciente, até aonde se podia controlar.
A vida voltou como de praxe, solitude.
Nem tão solitária a vida assim ainda foi,
nem quando corria noites e noites
em busca de sua própria esfinge,
trilhando com cautela caminhos nunca percorridos,
vendo tantos encantos de um desconhecido
por quem sem, sim, soube viver.
Ideal, por si só, é o pensamento colorindo todo o cinza do desafeto
Até que o corpo perde o controle da mente,
Até que o inconsciente mostra o que sente,
E te condena eternamente
A sentir saudade do que nunca existiu.
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