Em uma lancheria, falamos dos nossos melhores amigos, das minhas boas lembranças com meu pai na minha infância. Dos nossos sonhos, que ainda não são nossos e das viagens que ainda não fizemos: uma ida ao interior para fotografar a natureza com os nossos próprios olhos.
Eu escrevo com a luz, você escreve com todas as canções que ainda podem ser escritas. Gosto dos seus olhos verdes-veludo, de suas mãos largas e diretas. Eu me seguro para não beijá-los sempre que seus olhos sorriem. Sei que ainda não te falei isso, mas seu corpo inteiro sorri pra mim. E eu me sinto completamente desajeitada sem saber como reagir.
Essa noite a gente finge que a cidade nos pertence. A gente finge que o limite da nossa entrega ultrapasse o limite de todos os nossos medos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário